sábado, 15 de novembro de 2008


Do fundo desta noite que persiste ,
A me envolver em breu - eterno e espesso
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.
Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei - e ainda trago
Minha cabeça - embora em sangue - erecta.
Além deste oceano de lamuria,
Somente o Horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.
Por ser estreita a senda - eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma. Invictus

- Autor: William E Henley




Sentindo dentro das palavras dos poetas sensíveis,
colocamos nossos sentimentos à tona.
Tão profundos que se dissipam nas emoções,
e as palavras subjugam nossos corações.
Bom é que, quando a noite passa,
o sol se faz presente
e nossas emoções se transformam em palavras, quase sacras:
_ Que SOL! Tem SOL! Olha o SOL!

Gláucia Góes
beijos

2 comentários:

Veronica disse...

Amiga querida, deixei no meu blog um desafio que recebi e estou repassando pra vc,.
Adoro os textos que escolhe com o coração para postar aqui eno flickr.
Beijocas

gfleite2 disse...

Texto satânico.